
Sinto-te nos meus braços dançando
uma música tocada por Anjos
poemas inventados por mim
amar-te com paixão, e dando
tudo o que mereces, até ao fim.
E beijar-te longamente, sem medos
do que virá a seguir, seja o que for
contar-te todos os meus segredos
dar-lhes um nome queaté pode ser amor.
Fundir nossos corpos num apenas
confundir nossos carinhos, nossos sexos
até aos limites, coisas grandes e pequenas
e sem darmos por isso darmo-nos sem complexos.
Exaustos por fim, na paz adormecer
acordar depois sem remorsos,nem tristeza
e dizer, até amanhã ou quando um quizer
verás então que tudo é simples na beleza.
Da entrega de dois seres antes sós
sorriremos ao partir, talvez uma lágrima furtiva
mas desfeitos tantos e tantos nós
um abraço, um carinho, e jamais serás cativa.
Dos teus medos, e de tantas perguntas
terás as respostas que procuras
e verás que depois de juntas
da solidão,da angústia, terás cura!
de joão Silvestre
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